Residencial
Energia solar para casas e apartamentos
Consumo concentrado à noite, quando o sistema já não gera. É onde o crédito de energia e o custo de disponibilidade mais influenciam o dimensionamento.
Goiânia e todo o estado de Goiás
Dimensionada pela sua conta de luz, não pelo tamanho do telhado. A Sunray projeta, instala e homologa sistemas fotovoltaicos em Goiás desde 2020, e o número que interessa é quanto a sua fatura passa a custar no mês seguinte.
O problema
Quem olha só a bandeira tarifária perde de vista o que realmente pesa: o reajuste anual da distribuidora, os encargos setoriais e a iluminação pública. Esses três compõem a maior parte da fatura e sobem todo ano, independentemente de o mês ter sido seco ou chuvoso.
Por que Goiás
A irradiação solar média em Goiás fica em torno de 5,3 horas de sol pleno por dia, uma das melhores médias do país e bem acima da que se registra no Sul e no Sudeste. Na prática, a mesma placa instalada em Goiânia gera mais energia ao longo do ano do que geraria em Curitiba ou em São Paulo.
Isso significa duas coisas objetivas: para produzir a mesma quantidade de energia é preciso menos placa, o que reduz o investimento, e o retorno chega antes. É o motivo pelo qual Goiás está entre os estados com maior número de sistemas de geração distribuída instalados no Brasil.
Para quem projetamos
Uma casa consome à noite e nos fins de semana. Um supermercado consome o dia inteiro, com pico no calor. Uma fazenda liga irrigação por temporada. O sistema que atende bem um deles é caro demais ou pequeno demais para os outros.
Residencial
Consumo concentrado à noite, quando o sistema já não gera. É onde o crédito de energia e o custo de disponibilidade mais influenciam o dimensionamento.
Comercial
Consumo em horário comercial, coincidindo com o pico de geração. É o perfil em que o Fio B pesa menos, porque quase nada é injetado na rede.
Industrial
Demanda contratada, telhado grande e conta na casa das dezenas de milhares. Aqui a análise entra também na modalidade tarifária.
Rural
Consumo sazonal por causa da irrigação e linhas de crédito específicas, com carência que costuma casar com a safra.
Agronegócio
Várias unidades consumidoras no mesmo CPF ou CNPJ, o que abre a compensação de créditos entre matriz e filiais.
Varejo
Refrigeração ligada 24 horas e conta que não cede no verão. O sistema se paga mais rápido justamente por isso.
Como acontece
Da primeira conversa até o sistema ligado passam de 45 a 90 dias, e a maior parte desse tempo é a distribuidora, não a obra. A instalação em si costuma durar de dois a quatro dias numa residência.
Lemos as últimas doze contas para achar o consumo médio real e a variação ao longo do ano. Sem isso, o dimensionamento é chute.
Potência, número de módulos, área ocupada, geração estimada mês a mês, investimento e retorno já com o Fio B descontado.
Projeto elétrico assinado, ART no CREA e pedido protocolado na Equatorial Goiás. Esse prazo é da distribuidora.
Estrutura, módulos, inversor, proteções e aterramento. Equipe própria, com registro e equipamento de segurança em altura.
A distribuidora vistoria a instalação e substitui o medidor por um bidirecional, que passa a contar energia nos dois sentidos.
Sistema ligado e monitoramento remoto. Se a geração cair fora do previsto, o problema aparece antes de virar prejuízo na fatura.
Lei 14.300
Até 2022 quem instalava energia solar compensava a energia injetada na rede praticamente sem custo. A Lei 14.300, em vigor desde janeiro de 2023, criou uma transição: a distribuidora passou a cobrar uma fatia da TUSD Fio B sobre a energia que você injeta e depois compensa.
Essa fatia sobe todo ano. Foram 15% em 2023, 30% em 2024, 45% em 2025 e são 60% em 2026, seguindo até 90% em 2028. Quem já tinha sistema homologado antes de janeiro de 2023 ficou protegido pela regra antiga até 2045.
O efeito prático é direto: a economia mensal hoje fica por volta de 80% a 85% do que seria antes da lei, e o retorno do investimento se alongou em cerca de um ano, ficando na faixa de três a cinco anos. Continua valendo a pena, sobretudo em Goiás, mas quem ainda anuncia economia de 95% está usando número de 2021.
Onde a Sunray entra
Projeto elétrico e ART assinados por engenheiro registrado no CREA, não terceirizados a escritório de fora.
Módulos com 25 anos de garantia de desempenho e inversores com representação e assistência no Brasil.
Solicitação de acesso, acompanhamento do processo e vistoria junto à Equatorial Goiás, do início ao medidor trocado.
Poeira de estrada de terra e período seco derrubam a geração. A limpeza periódica devolve o que o sistema deixou de produzir.
Conteúdo
Escrevemos sobre o que os clientes de fato perguntam, com número atualizado e sem promessa de economia que a lei já não permite.
Saúde
Carga crítica, geração própria e o que a energia solar resolve ou não resolve numa unidade que não pode parar.
Postos
A cobertura das bombas é a maior área ociosa do posto, e a conta é dominada por refrigeração e iluminação.
Clínicas
Equipamento de imagem, climatização e um telhado pequeno. Como fechar a conta quando falta área.
Dúvidas
Vale, e a conta continua fechando, só que mais devagar do que fechava até 2022. A Lei 14.300 criou a cobrança gradual do Fio B sobre a energia que o sistema injeta na rede e depois compensa: em 2026 a distribuidora cobra 60% dessa parcela.
Na prática a economia mensal deixou de ser quase integral e passou a ficar por volta de 80% a 85% do que era antes, e o retorno do investimento passou a ficar entre três e cinco anos, conforme o perfil de consumo. Como Goiás tem uma das maiores irradiações solares do Brasil, o estado continua entre os lugares onde a conta fecha mais rápido.
O valor é definido pela potência do sistema, e a potência vem do consumo da unidade, não do tamanho do imóvel. Em 2026 o custo por quilowatt-pico instalado costuma ficar entre R$ 2.700 e R$ 5.300, sendo o valor mais alto o de sistemas residenciais pequenos e o mais baixo o de usinas maiores, que diluem projeto, mão de obra e estrutura em mais placas.
Uma residência com conta de R$ 600 por mês normalmente precisa de algo entre 4 e 5 kWp. Só a análise das últimas doze faturas fecha o número.
Com as tarifas praticadas em Goiás e o Fio B de 2026 já descontado, o retorno costuma aparecer entre três e cinco anos, conforme o padrão de ligação e o horário de consumo. Quem consome mais durante o dia recupera mais rápido, porque usa a energia no momento em que ela é gerada e injeta menos na rede, e o Fio B só incide sobre o que é injetado.
Depois do retorno, o equipamento continua gerando: os módulos têm garantia de desempenho de 25 anos e vida útil que passa disso.
Não zera, e quem promete isso está simplificando. Todo consumidor conectado à rede paga o custo de disponibilidade, que é a taxa mínima da distribuidora: 30 kWh no padrão monofásico, 50 kWh no bifásico e 100 kWh no trifásico. Some a isso a iluminação pública do município e a parcela do Fio B.
O que a energia solar elimina é o consumo de energia propriamente dito, que é a maior fatia da fatura. Na prática, contas de R$ 800 costumam cair para algo entre R$ 90 e R$ 130.
Não. O sistema mais comum em Goiânia é o conectado à rede, e nele a própria rede da distribuidora funciona como se fosse o armazenamento: o que sobra durante o dia vira crédito de energia e é abatido do consumo da noite.
Bateria só entra quando existe um motivo específico, como local sem rede elétrica ou operação que não pode parar em caso de queda de energia, e ela aumenta bastante o investimento.
A Sunray. O trâmite envolve projeto elétrico assinado por engenheiro, ART no CREA, solicitação de acesso à distribuidora, vistoria e troca do medidor por um bidirecional. Nada disso é tarefa do cliente.
O sistema só pode ser ligado depois que a distribuidora aprova, e é justamente esse trâmite que separa a instalação feita por empresa registrada da improvisada.
Some as faturas de sessenta meses e compare com o investimento em um sistema fotovoltaico. Para a maioria dos imóveis em Goiânia, o número que já foi embora é maior que o que seria necessário investir.